domingo, 28 de setembro de 2008

AS ASAS QUE ME DESTE


As asas que eu tinha, eram para corre para ti quando choravas
Hoje jazem pelo chão,já não precisas delas para te consolar.
E eu que voei perdidamente entre o teu desejo e o meu querer
Sou hoje um molhe abandonado num porto que já não é abrigo!


6 comentários:

NAFTAMOR disse...

O Homem do mar só corre para o Porto de abrigo perante uma grande tempestade; Fora isso um porto é sempre um porto e quase sempre abrem novas portas.
Continuação de um Domingo mais ou menos.

Um beijo

kris disse...

não deixes as tuas asas pelo chão...hoje parecem-te pesadas..mas amanhã estarão prontas para voar..trata bem delas...

Morgana disse...

naftamor
O problema é contentar-mo-nos em ser um porto de abrigo, primeiro não custa mas a pouco e pouco queremos ser mais...praia, mar aberto, onda...
Obrigada pela força...o Domingo foi mauzinho mesmo...

Beijos

Ana

Morgana disse...

Kris
É preciso procurar todos os dias a força para não parar tudo...assim as minhas asas, vou guarda-las com muito carinho pelos voos que já fizeram, mesmo que hoje se arrastem pelo chão.

Beijos

Morgana

Me Hate disse...

Julgava que ambas corriamos... pensava que ambam voavamos ao encontro uma da outra... julgava mas afinal talvez não... verifico agora que só tu sentiste, só tu vieste, só tu amaste... o que é mentira!

Morgana disse...

Também eu julgava...enganei-me!
E reparo que além de só leres o que te interessa dos textos, tu sim, usaste o tempo correcto dos verbos...passado. Infelizmente para mim ainda os uso no presente!!!